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Qualidade de Vida


Torcicolo como prevenirHoras em frente ao computador ou no trânsito podem gerar um desconforto bem incômodo: o torcicolo. O problema que trava o músculo do pescoço e limita os movimentos graças a dor vem sendo cada vez mais comum em grandes cidades, afirma o patologista neuromuscular Beny Schmidt. E, para não sofrer com isso, é essencial conhecer a origem e seguir algumas dicas para retomar a rotina sem dores.

Causas do torcicolo

É comum atribuir a dor no pescoço ao mal jeito na hora de dormir, porém, segundo o médico e chefe do Laboratório de Patologia Neuromuscular da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ficar sentado traz mais impacto aos músculos do pescoço do que ficar deitado.

Por isso, longas horas nessa posição pode gerar uma violenta contratura dos músculos do pescoço, principalmente do trapézio e do externo cleidomastoidel. Existem dois tipos de torcicolo: adquirido ou congênito: o primeiro contraído durante uma fase da vida, enquanto o segundo pode ter se criado na fase gestacional.

Como evitar

“As pessoas deveriam andar mais a pé e procurar sempre praticar alongamentos/relaxamentos para o pescoço. Além disso, aqueles que trabalham carregando cargas, devem se atentar ao peso delas”, afirma o especialista. Pode ser uma boa mudar um pouco a rotina e dar preferência a fazer o caminho de casa a pé, se possível, e até mesmo trocar o elevador pela escada.

Como tratar

Medicamentos para relaxamento muscular ou mesmo o estímulo da região por meio de massagem, alongamento e fisioterapia podem ajudar. É preciso ficar atenta, pois se não for bem tratado o torcicolo pode desenvolver doenças mais graves, como, por exemplo, uma hérnia cervical, que requer repouso absoluto ou até mesmo uma cirurgia. Se a incidência for muito grande e o problema ressurgir com frequência, é preciso investigar, por meio de uma biópsia muscular, se não há doença neuromuscular concomitante.

Fonte: Bolsa de Mulher

Bebida açucaradaUm estudo descobriu que a ingestão de bebidas açucaradas está associada ao aumento do risco de câncer de endométrio em mulheres na pós-menopausa. Pesquisas anteriores descobriram a associação entre essas bebidas e o diabetes tipo 2. Entretanto, o novo estudo foi o primeiro a associá-las a um tipo específico de câncer de endométrio.

Em 1986, 23.039 mulheres com idade média de 62 anos preencheram questionários sobre estilo de vida, histórico médico e dieta. Durante o ano de 2010, foram registrados 506 casos de câncer de endométrio tipo 1 e 89 casos do tipo 2, uma forma mais grave da doença.

O estudo foi publicado online no periódico Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention e descobriu que, embora todos os tipos de açúcares aumentem o risco do câncer de endométrio tipo 1, as bebidas açucaradas produzem um efeito mais intenso. Após o controle de outros fatores, os pesquisadores descobriram que o risco era 74% maior para os participantes com  nível mais elevado de consumo dessas bebidas em comparação com o grupo com  nível menos elevado.

“Não quero que as pessoas mudem seu comportamento com base nessas descobertas”, afirmou Maki Inoue-Choi, principal autora do estudo e estudante de pós-doutorado nos Institutos Nacionais de Saúde. “Precisamos realizar mais estudos para confirmarmos essa associação. Todavia, eu aconselho às pessoas a seguirem as orientações de dieta e evitarem bebidas açucaradas”.

Em comparação com outros açúcares alimentares, os presentes nas bebidas geram aumentos e diminuições mais acentuadas dos níveis de glicose sanguínea. Essas oscilações podem influenciar no aumento do risco de câncer, especulam os pesquisadores.

Fonte: UOL Mulher

Ginástica laboral

O que é ginástica laboral?

Ginástica laboral trata-se de exercícios físicos praticados durante o expediente de trabalho, tendo como objetivo aliviar as tensões e fortalecer os músculos do trabalhador. Também são importantes exercícios específicos de relaxamento, principalmente em trabalhos com carga horária alta ou de cunho intelectual, permitindo extravasar tensões e promover relaxamento físico e mental.

Benefícios da ginástica laboral

A ginástica laboral não apenas se destina ao movimento dos músculos e articulações: o deslocamento à um ambiente externo do trabalho propicia uma pausa providencial aos problemas e desafios enfrentados pelo profissional.

Além de auxiliar o cérebro, tal pausa propicia interação entre as pessoas, renovação de ar e mudança de estímulos visuais, táteis e auditivos, colaborando para a diminuição do estresse associado ao trabalho e melhora do relacionamento interpessoal.

Ginástica laboral tem efeitos práticos?

De fato, vários estudos científicos mostram a eficácia de tal prática, na diminuição das queixas de dor, LER e DORTs (Lesões por Esforço Repetitivo e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho), acidentes de trabalho, fadiga, estresse, etc.

Sua utilização é comprovadamente benéfica aos trabalhadores, e por demandar poucos custos à empresa, se torna um investimento com excelente custo benefício. Quando corretamente aplicada, traz economia financeira real, com redução do número de licenças e despesas médicas, sem contar o aumento de produtividade.

Os exercícios físicos, de alongamento e flexibilidade, são realizados em pequenos intervalos na jornada de trabalho, orientados por fisioterapeuta. Podem ser conduzidos no posto de trabalho ou em local reservado pra este fim (estacionamento, terraço, etc), sendo realizado em um grupo de aproximadamente 15 pessoas por vez, com duração de 15 à 20 minutos, em no mínimo duas vezes por semana, em todos os setores da Empresa.

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Café EngordaUm estudo feito na Austrália surpreendeu cientistas ao indicar que o consumo de uma substância encontrada no café pode estar ligado ao aumento de peso. Segundo a pesquisa do Instituto de Pesquisa Médica do Oeste da Austrália e da Universidade do Oeste da Austrália, o consumo diário de ácido clorogênico em quantidades equivalentes às encontradas em mais de seis xícaras de café por dia pode levar a um aumento no acúmulo de gordura nas células.

O ácido clorogênico vinha sendo associado à redução do risco de diabetes, de hipertensão arterial e acúmulo de gordura corporal, daí a surpresa dos cientistas.

A pesquisa, divulgada na publicação científica Journal of Agricultural and Food Chemistry, procurou analisar como o aumento do consumo de certos compostos encontrados no café poderia melhorar a função cardiovascular.

Nela, os estudiosos submeteram camundongos obesos a uma dieta rica em gordura durante 12 semanas. Eles tinham sua dieta diária enriquecida com ácido clorogênico em uma quantidade equivalente à encontrada em seis xícaras de café. A expectativa era de que eles teriam menos resistência à insulina e perderiam peso.

No entanto, os resultados sugerem o oposto – que o consumo do ácido não só cria condições para um ganho de peso, como também uma maior intolerância à glicose e um aumento da resistência à insulina.

Fígado

“(Os camundongos usados na pesquisa) ganharam pelo menos o mesmo peso que camundongos alimentados com comida normal”, disse o bioquímico Kevin Croft, da Universidade do Oeste da Austrália, ao jornal The Sydney Morning Herald.

“Isso (o ácido clorogênico) também não teve efeito benéfico sobre seus níveis de açúcar e também, um pouco mais preocupante, os camundongos que receberam essa substância do café apresentaram uma tendência a acumular gordura em seus fígados.”

Os estudiosos estão agora conduzindo testes em 25 pessoas para verificar neles o efeito do ácido clorogênico sobre a saúde vascular e a pressão arterial.

Além de no café, o ácido clorogênico também é encontrado em chás e algumas frutas, como ameixas e frutas vermelhas.

Em declarações no jornal britânico The Daily Telegraph, Vance Matthews, professor do Instituto de Pesquisa Médica do Oeste da Austrália, destacou que o consumo de café com moderação ainda é considerado seguro.

“Aparentemente, os efeitos na saúde dependem da dose”, explicou. “O consumo moderado de café, até três ou quatro xícaras por dia, aparentemente diminui a chance de se desenvolver males como doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2.”

Fonte: BBCBrasil.com

Casal de idosos andando de bicicletaSuplementos de cálcio podem aumentar os níveis de HDL, o colesterol “bom”, em mulheres na pós-menopausa, segundo pesquisadores da Nova Zelândia. A equipe de Ian R. Reid, da Universidade de Auckland, separou aleatoriamente 223 mulheres em dois grupos. Durante um ano, parte delas ingeriu 1 grama de cálcio diariamente – na forma de citrato de cálcio -, e o restante tomou placebo.

A média de idade das participantes era de 72 anos e nenhuma tinha sido tratada para colesterol alto ou osteoporose. Os cientistas mediram os níveis de LDL (o colesterol “ruim”) e o de HDL no início do estudo. O exame foi repetido dois, seis e 12 meses mais tarde.

No final da pesquisa, constatou-se que a taxa de colesterol HDL e a proporção entre o HDL e o LDL haviam aumentado mais entre as participantes que tomaram o suplemento de cálcio que entre as voluntárias que consumiram placebo, relataram os pesquisadores na edição de 1o de abril do American Journal of Medicine.

Em média, as mulheres que tomaram cálcio apresentaram uma elevação de 7% nos níveis de colesterol HDL, verificou a equipe. Os suplementos de cálcio não produziram efeito sobre as taxas de triglicerídios, outro tipo de gordura, indicou a pesquisa.

Os resultados representam mais um motivo para estimular as mulheres que já passaram pela menopausa a tomar cálcio, observaram os autores. A equipe de Reid sugere que se teste a ação do mineral em homens e que estudos maiores sejam realizados para determinar se a suplementação de cálcio tem algum efeito sobre o risco de problemas cardiovasculares, como o enfarte.

Fonte: Reuters Health